Rubellus Petrinus - O Alquimista Português

editado January 16 em ⮑ Alquimia

Quem é Rubellus Petrinus?

Rubellus Petrinus (a Pedra Rubra) é o nom de plume de um alquimista Português que nasceu em Bragança, no nordeste do Trasmontano cidade, a poucos quilómetros da fronteira espanhola, em 25 de março th do ano da graça de 1931. Em 1951, em seu 18 º ano e após ter concluído um curso de habilidades industriais, ele foi para Angola.

Com tendência nata para a electrónica, Rubellus foi um dos primeiros operadores de radioamadorismo em Angola a ter como cabo CR6CW, o que permitiria o contacto com praticamente todas as pessoas no mundo. Seguiu então a sua carreira profissional como técnico electrónico nos serviços das telecomunicações governamentais, onde dada a sua especial aptidão e vasto conhecimento, especializou-se em telecomunicações pela Hertzian Beam (UHF e SHF) atingindo uma posição elevada na hierarquia de serviços.

Grande entusiasta da prática da fotografia subaquática e da caça, formou também um pequeno grupo que se dedicou a esta atividade. Alguns dos componentes do grupo eram entusiastas e apaixonados pelas chamadas ciências "ocultas", consideradas mais apropriadamente parapsicologia e outros assuntos relacionados.

Um dia, um amigo emprestou a Rubellus um livro que mudaria completamente seu "hobby". Esse livro foi "The Awakening of Magicians" de Jacques Bergier. A leitura daquele livro despertou nele uma curiosidade inédita, pois já por si mesmo se entusiasmava pelas chamadas ciências "secretas". Infelizmente, o ambiente não era favorável para a busca do chamado para estudar alquimia. A África estava a milhares de quilômetros de distância dos grupos que existiam na Europa e, ao contrário de hoje, não havia Internet disponível na época.

Por meio de uma livraria local, ele encomendou o livro de Fulcanelli "Le Mystère des Cathédrales". Sua leitura o deixou completamente "confuso", não só pela dificuldade do texto,mas também porque era praticamente incompreensível para aqueles não familiarizados com tais ensinamentos.

Mais tarde, ele encomendou outro conjunto de livros de Fulcanelli em dois volumes: "Les Demeures Philosophales". O primeiro livro era bastante confuso, e estes não o eram menos, o que acrescentava uma dificuldade que só criava uma situação que exigia alguma ajuda. No entanto, esta experiência preparou o “chamado” à descolonização e, dadas as circunstâncias, Rubelo regressou a Portugal, fixando-se em Queluz, cidade próxima de Lisboa.

Em Lisboa entrou em contacto com outros grupos dedicados às ciências "secretas" e, paralelamente à sua actividade de Técnico de Telecomunicações, fabricou equipamentos electrónicos para as chamadas medicinas alternativas como Acupuntura, Biofeedback e Fotografia Kirlian. Prosseguiu com entusiasmo nos estudos de alquimia adquirindo os mais conhecidos livros dos alquimistas, referidos pelo Mestre Fulcanelli em seus livros. No entanto foram publicados em Portugal e em Espanha como “Mansões Filosofais” e “Las Moradas Filosofales” que finalmente lhe permitiram compreender melhor Fulcanelli, porque a língua aprendida em francês não era uma assimilação fácil, sobretudo para quem não domina o idioma.

Mesmo após a leitura dos melhores livros dos alquimistas, ele nunca conseguiu levantar completamente o véu alegórico, embora já tivesse se aproximado da ideia de algumas operações por causa dos conhecimentos químicos que havia aprendido nos textos de Lemery e Glaser.

Mais tarde, conheceu também um pequeno grupo que se dedicava ao estudo alquímico com o qual podia trocar impressões e inclusive fizeram as primeiras experiências. Um dos integrantes do grupo conhecia a Filiação Solazaref na França, para onde já havia viajado. Reuniram os interessados ​​e fizeram uma viagem de estudos durante uma semana à referida Filiação na França. Só então, tendo testemunhado os fatos reais, ele entendeu o que era a verdadeira alquimia, como a via seca e os espagíricos, sobre os quais tanto havia lido. Aí ele entendeu a razão de os mestres avisarem que, sem a ajuda de um Mestre ou da mão caridosa de um irmão não é possível aprender alquimia. Ao regressar a Portugal o grupo ficou reduzido a três pessoas que trabalharam juntas sob o grande Mestre 's Instruções Solazaref.

Um dia Rubellus leu o livro "Las Palomas de Diana" escrito por um alquimista espanhol cujo nom de plume é Simón H. Embora já tivesse vasto conhecimento de alquimia aprendido através da Filiação, da leitura desse livro e da forma como foi escrito, não estava muito além do seu conhecimento, mas mesmo assim o grupo ficou curioso em relação àquele alquimista. Através de sua editora entrou em contato com o referido alquimista mantendo uma troca de correspondência na qual o autor sempre recusou dar qualquer explicação sobre seu disse "trabalho", sabendo que se tratava de um grupo alquimista com conhecimentos como ele ou então mais avançado ainda. Portanto, não havia outra solução a não ser viajar à Espanha para contatá-lo pessoalmente. Lá Rubelo conheceu outros alquimistas espanhóis com quem ainda hoje mantém relações amigáveis.Durante cerca de um ano viajou várias vezes para Fraga, uma pequena aldeia perto de Lérida, para assistir ao encontro dos alunos com o chamado "Adepto". Com o passar do tempo e com o aumento da experiência prática laboratorial, chegou à conclusão de que seguir os ensinamentos de Simón H e seu dito "trabalho" era perda de tempo e dinheiro. Mas nem tudo se perdeu porque ele conquistou amigos e irmãos na Arte.Mas nem tudo se perdeu porque ele conquistou amigos e irmãos na Arte.Mas nem tudo se perdeu porque ele conquistou amigos e irmãos na Arte.

Mais tarde, ele teve conhecimento de um livro muito interessante. "Apocalypse Revelation Alchimique" por Jean de Clairefoitaine. Escreveu à editora no sentido de entrar em contato com o autor para esclarecer algumas dúvidas sobre a trajetória do grande Mestre Kamala-Jnana descrita no livro. Uma resposta veio a ele de um alquimista ligado à "Collégiale Al-kimia" que é "Le Cercle Extérieur des Frères Aînés Rose + Croix" na França, informando que o autor havia morrido, mas que ele poderia ajudar. Durante este encontro ele conseguiu entrar em contato com Roger Caro sobre o caminho Kamala-Jnana com o que finalmente conseguiu, os resultados almejados. Após um ano de troca de correspondência com os referidos alquimistas franceses, foram convidados a visitar o grupo em Portugal, onde puderam demonstrar o processo que descreveram por escrito.

Depois de conversar com eles, chegou à conclusão de que esses alquimistas não chegaram ao nosso conhecimento, principalmente sobre outros caminhos alquímicos e espagíria mineral e metálica.

Na via seca, trabalhando em um grupo formado por três alquimistas incluindo o discípulo direto Solazaref, chegou a fazer as Águias na via seca do antimônio e fez várias tentativas inclusive de outra via úmida exclusivamente à maneira Kamala-Jnana, mas sem os resultados que permitiram a conclusão do trabalho.

Na espagiria fez de tudo, desde os espagíricos vegetais aos metálicos e minerais passando pelo grande segredo vegetal arcano a "volatilização do sal" que poucos alquimistas conhecem e igual a alguns dos que o conhecem, o processo foi por ele ensinado.

Com os conhecimentos teóricos e práticos adquiridos ao longo de cerca de 30 anos de estudo e prática Rubellus adquiriu a "formação" necessária para compreender o "modus operandi" dos caminhos descritos nos melhores livros clássicos dos alquimistas, como Eirenaeus Philalethes, Flamel, Basil Valentine, Alberto Magno, Raymond Lúlio e outros modernos como Fulcanelli, Kamala-Jnana e Canseliet que acabou por se tornar capaz de escrever os livros "A Grande Obra Alquímica" editada em português e espanhol e "Espagiria Alquímica" a ser publicada em breve.

Mas assim como Fulcanelli, Canseliet e outros, infelizmente ele ainda não conseguiu concluir com sucesso a obra, a Grande Obra Alquêmica da Pedra Filosofal.

Fonte:innergarden.org/rubellus/rubelluspetrinus.html

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